Crédito à Habitação: Resposta a 6 Perguntas Frequentes

29 de agosto de 2022

Vai pedir crédito? O que significam taxas de juros, indexantes, spreads, amortizações?


Quando se prepara para pedir um crédito à habitação, especialmente se é a primeira vez, depara-se com uma terminologia que lhe pode suscitar dúvidas.


Procuramos neste artigo descodificar 6 dúvidas frequentes sobre este tipo de crédito que representa, para a maioria dos portugueses, o maior empréstimo que pede ao longo da vida.


Toda a informação que precisa para poder interpretar cada uma das propostas que pedir está incluída na Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE). A FINE foi criada pela Diretiva n.º 2014/17/EU, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2018. Este documento garante o direito à informação relativa ao serviço ou produto bancário que se pretende contratar, nomeadamente crédito à habitação. Na prática, permite-lhe comparar as condições da oferta de diferentes instituições financeiras e tomar uma decisão consciente.


O que é a taxa de juro?


Ao contratar um crédito à habitação o banco empresta-lhe dinheiro que o cliente irá restituir à instituição financeira mensalmente ao longo do prazo do empréstimo. Além dessa parcela, serlhe-á cobrada ainda uma taxa de juro (expressa em percentagem) que corresponde à remuneração que o banco recebe pela concessão do empréstimo.


A taxa de juro poderá ser:


Variável: a soma do indexante e do spread na altura do pagamento da prestação;


Fixa: sempre a mesma ao longo da duração do contrato.


O que é o indexante?


Quando opta pela taxa de juro variável, o indexante é a taxa de juro utilizada como referência. Em Portugal, o indexante mais utilizado é a Euribor, uma taxa de referência do mercado monetário interbancário. O cliente pode optar por diferentes prazos de três, seis ou doze meses (as mais frequentes). O montante de juros de pagar será alterado nesses prazos. Ou seja, se o seu indexante for a Euribor a três meses, o valor da taxa poderá ser revisto de três em três meses.


O que é o spread?


O spread é, em linguagem comum, o lucro do banco. Esta componente da taxa de juro varia com o perfil de risco do cliente, o rácio entre o valor do empréstimo e do imóvel, promoções e pode baixar com a aquisição de outros produtos (vendas associadas). Habitualmente o spread é somado ao indexante (a já referida Euribor) quando faz um empréstimo com taxa variável. Da soma destes dois elementos resulta a Taxa Anual Nominal.


Leia ainda: 9 questões sobre os novos prazos de concessão de crédito à habitação


Qual é a taxa que devo usar para comparar ofertas? A TAN ou a TAEG?


Quando confrontar várias propostas a taxa que deve comparar é a TAEG.


A Taxa Anual Nominal (TAN) é a soma do indexante e do spread, em caso de empréstimos a taxa variável, ou a taxa aplicada aos empréstimos com taxa fixa. Na prática é a taxa de juro do empréstimo. Atenção que esta taxa não inclui impostos nem outros encargos com o crédito, não sendo indicada para comparar propostas de empréstimos.


A Taxa Anual de Encargos Efetiva Global (TAEG) representa o custo total do empréstimo para o cliente. É expressa em percentagem do montante que é emprestado pela instituição financeira. Esta é a taxa que deve utilizar para comparar as diferentes propostas pois inclui as comissões do empréstimo, juros, seguros, despesas e outros encargos associados.


Os seguros de vida e multirrisco são obrigatórios?


Quando decide avançar com o seu crédito à habitação terá de, obrigatoriamente, contratar também os seguros de vida e multirriscos habitação.


Estes seguros podem ser subscritos junto do banco com o qual vai contratar o crédito à habitação, até porque, em regra, podem representar uma redução na taxa de juro do empréstimo.


No entanto, pode fazer os seguros em qualquer outra entidade que lhe apresente melhores condições. Em suma, mais uma vez compensa comparar, porque pode encontrar soluções mais vantajosas do que optar pela contratação no banco ainda que com bonificação.


Qual a diferença entre amortização parcial e total?


A amortização significa o pagamento do capital em dívida, acrescido dos juros. Pode ser antecipada, ou seja, antes do período acordado, e pode ainda ser total ou parcial.


Esta amortização terá custos. No caso do crédito à habitação com taxa de juro variável essa comissão é de 0,5% sobre o montante amortizado antecipadamente.


Quando o crédito tem taxa de juro fixa, a comissão é de 2%.


  • A amortização antecipada parcial acontece quando o cliente paga excecionalmente parte do capital em dívida. Após a amortização são calculados novamente o capital em dívida e a nova prestação que, sendo mais baixa, reduz o encargo mensal com a prestação do crédito à habitação.
  • A amortização antecipada total corresponde ao pagamento da totalidade do capital em dívida.


Para efetuar a amortização antecipada (parcial ou total), terá de notificar o Banco com, pelo menos, sete dias de antecedência. O montante é amortizado no dia em que vence a prestação.


Em suma, conhecer estas e muitas outras expressões do jargão das entidades financeiras dálhe as ferramentas para poder encontrar mais hipóteses de poupar ao longo do prazo do empréstimo.


Independentemente de conhecer o essencial sobre o pedido de crédito à habitação, nada melhor que recorrer a profissionais que lidam diariamente com estas questões como os da REALIZE PLUS que vão encontrar, por si, as melhores taxas de juro, seguros de vida e multirriscos de modo a que se mude tão rápido quanto possível para a sua nova casa.

28 de agosto de 2024
A compra de uma casa é uma decisão que deve ser tomada em consciência. Antes de avançar com a compra, siga estas dicas e garanta que faz o melhor negócio. Comprar uma casa, além de ser um processo demorado, é também um grande investimento. Por este motivo, nunca é demais chamar a atenção para vários aspetos que deve ter em conta e a que muitas vezes não se presta atenção. Tudo começa com a visita à casa que pretende comprar. Todos os detalhes e documentos são importantes, especialmente se se trata de uma casa usada. Desde avaliar a sua situação financeira a escolher o crédito à habitação que mais lhe convém, ao comprar uma casa deve ter em mente que este é um investimento com um enorme peso e, por isso, é necessário que seja bastante criterioso e exigente na sua escolha. Fatores como o tipo de casa, a localização e aspetos técnicos devem ser bem avaliados antes de dar o grande passo. Se está a pensar em pedir um empréstimo, deve considerar e comparar todas as ofertas das instituições financeiras para que efetue a escolha mais benéfica para si. Este é um dos cuidados a ter na compra de imóveis mais importante, pois estamos a falar de um montante avultado que terá muito peso no seu orçamento e cujas prestações ficará a pagar durante um longo período de tempo. É por isso importante que peça aconselhamento personalizado a um especialista de crédito e faça uma simulação no site da MaxFinance Realize Plus , de forma a conseguir as melhores condições para o seu investimento. Damos-lhe a conhecer cinco cuidados a ter na compra de imóveis, para que faça a escolha mais acertada na aquisição da sua nova habitação. 1. Avalie a sua situação financeira Antes de começar a procurar casa é importante que defina qual o orçamento que tem disponível. Lembra-se de que, para além do dinheiro que investe na compra do imóvel, terá também de ter em consideração os gastos mensais com água, luz, gás, televisão e Internet, seguro habitação, e ainda de IMI. 2. Tenha em conta o tipo de imóvel Se quiser optar por uma habitação usada, comece por analisar o estado da mesma e perceber se esta precisa apenas de algumas melhorias ou se de uma remodelação completa, mas antes informe-se sobre a data de construção para que possa perceber se compensa ao invés de uma nova. Se tem preferência por uma casa nova, não se esqueça de pesquisar sobre o promotor do projeto, de forma a perceber a qualidade da construção. 3. Verifique toda a documentação e encargos sobre o imóvel É muito importante que verifique toda a documentação da casa para saber se o vendedor em questão tem legitimidade para o fazer e, ainda, se não existem quaisquer ónus ou penhoras, arrendamento, hipotecas, usufruto associados à habitação, ou dívidas de condomínio. No que diz respeito a dívidas, todos os cuidados a ter na compra de imóveis são poucos. Outro dos cuidados que deve ter na compra de imóveis é o de analisar as plantas da casa, perceba junto da Câmara Municipal se a obra é legal e se possui licença de habitação. 4. Confirme a certificação energética e exposição solar É obrigatório que o vendedor forneça o certificado energético do imóvel. Este documento é um indicador dos gastos que terá a nível de consumo de energia na sua casa para lhe proporcionar um nível de conforto aceitável. Verifique ainda a qualidade das portas, janelas, vãos e a existência de painéis solares. Lembre-se de verificar a exposição solar da casa que irá, também, influenciar os custos energéticos e evitar problemas de humidade. 5. Avalie a localização e acessibilidades A escolha da localização e das acessibilidades são dois cuidados a ter na compra de imóveis. Para além de influenciar o valor do IMI, dependendo do município, uma boa localização do imóvel a nível de transportes e de acessos pode ser uma mais-valia no dia-a-dia, sendo ainda um fator que pode vir a facilitar a venda do imóvel no futuro.
28 de agosto de 2024
Existem vários tipos de crédito habitação de acordo com suas necessidades. Conheça as diferentes opções que existem no mercado. É comum associar o crédito habitação à compra de uma casa, mas é possível obter financiamento para fazer obras em casa, para comprar uma casa pré-fabricada ou até para conseguir construir a sua casa de sonho. Na verdade, as instituições bancárias ao longo do tempo têm vindo a criar cada vez mais soluções para diferentes finalidades. Estes são os principais tipos de crédito habitação disponíveis, hoje, no mercado. As soluções de crédito habitação variam de banco para banco, assim como as condições associadas e por isso, é recomendável pedir apoio especializado da crédito da MaxFinance Realize Plus , que podem fazer uma pesquisa prévia sobre as opções disponíveis e ajudá-lo a perceber qual é o crédito habitação mais adequado e vantajoso para o seu caso. TIPOS DE CRÉDITO HABITAÇÃO Crédito para habitação própria permanente Este crédito habitação é destinado a quem quer comprar ou construir uma casa nova. Na maioria dos casos, a instituição bancária financia até 90% do valor do imóvel. Este tipo de empréstimo tem várias taxas associadas a ter em conta como a taxa fixa, mista ou variável. Crédito habitação para construção de habitação própria Este crédito é especificamente destinado a quem pretende construir a sua casa de sonho e já tem o terreno para construção. Recorrer a este tipo de empréstimo tem algumas vantagens, como começar a pagar os juros do empréstimo enquanto decorre a construção do imóvel. Crédito para compra de imóveis ao banco Este empréstimo é semelhante ao crédito habitação, uma vez que também é destinado a quem quer comprar casa. No entanto, neste caso, a compra é de um imóvel que pertence à instituição bancária e, assim, são oferecidas condições especiais de financiamento do crédito habitação. Em alguns casos, o valor do empréstimo pode chegar aos 100%; Crédito para compra de casa em planta É uma possibilidade a ter em conta, dado que a oferta de construção nova é mais escassa e a preços mais altos. Esta opção pode proporcionar preços mais acessíveis, porque muitas vezes o promotor do projeto de construção nova tem acordo com uma entidade bancária, mas não se deve avançar para a formalização de um crédito habitação sem consultar o mercado e conhecer as condições oferecidas pelas demais instituições. O momento ideal é pedir o empréstimo dois ou três meses antes do final da construção e respetiva entrega de chaves. Crédito habitação para obras Alguns créditos habitação para aquisição de imóvel já têm a possibilidade de incluir as obras. Por exemplo, há pessoas que preferem comprar uma habitação que necessite de algumas obras de melhoramento, em vez de um imóvel novo. Esta solução específica serve também para quem pretende requalificar o seu imóvel atual. Crédito para habitação secundária e para investimento Esta é uma excelente solução para quem pretende adquirir um imóvel para, posteriormente, colocá-lo a arrendar ou para comprar uma segunda habitação como é o caso, por exemplo, de uma casa de férias. Crédito complementar ou multifunções Este é um crédito para diversas funcionalidades como despesas extra com a aquisição de imóveis, compra de mobiliário ou outros projetos semelhantes que tenha em mente. Crédito habitação bonificado Destinado para pessoas com um grau de deficiência igual ou superior a 60% e que pretendam construir, comprar, ampliar ou realizar obras de conservação da casa.
28 de agosto de 2024
Antes de comprar uma casa, é fundamental que se informe sobre todos os direitos e deveres relacionados com a garantia de imóveis. O estado em que se encontra a habitação é um dos pontos mais relevantes antes de fechar a compra do imóvel. Faça uma última visita acompanhado de um perito, que pode identificar junto do construtor ou vendedor do imóvel, os defeitos e necessidades de correções prévias à celebração do contrato de compra e venda. Caso não seja possível, analise a ficha técnica do imóvel, para detetar eventuais discrepâncias entre o que está escrito e o estado do imóvel que vai adquirir. Neste documento devem constar as características de qualidade, de segurança, de habitabilidade, de proteção ambiental e de funcionalidade do imóvel. Depois de concluída a compra da casa, se forem detetados defeitos que antes não eram visíveis, existe a garantia de bens imóveis, que defende os seus direitos junto de um vendedor profissional. A lei diz que os bens imóveis devem ser entregues ao novo proprietário em conformidade com “o contrato de compra e venda e que apresentem características de qualidade, de segurança, de habitabilidade, de proteção ambiental e de funcionalidade de modo a assegurar a aptidão dos mesmos ao uso a que se destinam durante o período de vida útil técnica e economicamente razoável”. Dito por outras palavras, o imóvel deve estar de acordo com o que está descrito na ficha técnica. Saiba como funciona a garantia de imóveis. COMO FUNCIONA A garantia da casa não cobre quaisquer danos por mau uso ou falta de manutenção por parte do proprietário. Pela garantia da casa estão apenas cobertos defeitos relacionados com a estrutura da casa. Os elementos construtivos estruturais são “as partes resistentes fundamentais da construção que suportam as ações a que a mesma está sujeita”, ou seja, que “comprometem a estabilidade da construção e que, por vezes, não estão visíveis e/ou acessíveis”. Nos imóveis adquiridos depois de 1 de janeiro de 2022, a garantia destes elementos é de 10 anos. Nas casas compradas até 2022, a garantia é de 5 anos. São vários os elementos considerados estruturais, como as paredes, tetos e pavimentos.  Para acionar a garantia da casa, reúna toda a informação e provas sobre o defeito detetado e envie o pedido formal ao vendedor ou construtor. A descrição do problema, a informar a solução pretendida, caso seja reparação, substituição, redução de preço ou resolução do contrato, e o prazo solicitado de resolução deve ser enviado por escrito, desde que possa ficar com uma prova do envio e da sua receção por parte do vendedor. Caso não seja possível alcançar um acordo com o vendedor, tem ainda a via judicial para fazer valer os seus direitos, sendo que a ação deve ser instaurada no prazo de 3 anos a contar da data em que a comunicação ao vendedor foi efetuada. Findo este prazo, o vendedor ou construtor deixa de estar obrigado a efetuar a reparação.
28 de agosto de 2024
Iniciar um pequeno negócio pode ser uma excelente forma de obter uma fonte de rendimento adicional ou até mesmo de criar o seu próprio emprego. A MaxFinance Realize Plus apresenta-lhe dez ideias de pequenos negócios que podem gerar lucro. 1.Serviço de entregas ao domicílio Com a crescente procura por conveniência, um serviço de entregas ao domicílio pode ser muito rentável. Pode começar a entregar comida, compras de supermercado ou até produtos de farmácia. O investimento inicial é baixo e a procura é constante. 2.Consultoria de marketing digital Se tiver os conhecimentos e as ferramentas necessárias opte por fornecer consultoria às pequenas empresas que muitas vezes precisam de ajuda para melhorar a sua presença online. Oferecer serviços de consultoria em redes sociais, SEO e campanhas de publicidade pode ser muito lucrativo. 3.Comida para fora Se gosta de cozinhar porque não preparar e vender refeições caseiras para fora. Comida saudável e caseira tem uma procura crescente, principalmente entre quem tem pouco tempo para cozinhar. 4.Serviço de limpeza Criar uma empresa de limpeza residencial ou de escritórios é uma oportunidade com baixo investimento inicial. A procura por este tipo de serviço é permanente e oferece rendimentos regulares. 5.Cuidar de animais de estimação Os donos de animais de estimação estão dispostos a pagar bem para garantir o bem-estar dos seus bichos. Serviços de pet sitting, passeios e até banho podem ser bastante lucrativos. 6.Aulas particulares Se possui conhecimentos aprofundados numa área específica, como matemática, línguas ou música, pode oferecer aulas particulares. A educação personalizada é altamente valorizada e não tem qualquer custo inicial. 7.Venda de produtos ecológicos A sustentabilidade está na ordem do dia e a sua persecução é emergente. Vender produtos ecológicos, como sacos reutilizáveis, cosméticos naturais ou utensílios domésticos sem plástico, pode atrair um público consciente e disposto a pagar mais. 8.Organização de eventos Organizar eventos, desde festas de aniversário a casamentos, pode ser uma fonte de rendimento. Este negócio exige habilidades de planeamento e atenção aos detalhes, mas pode ser muito recompensador. 9.Fitness e Personal Training Com a crescente preocupação com a saúde e o bem-estar, oferecer serviços de personal training ou aulas de fitness pode ser uma boa aposta. Pode começar por treinar clientes em parques ou oferecer aulas online.  10.Revenda de produtos usados A tendência da segunda mão veio para ficar. Comprar produtos usados em bom estado e revender pode gerar bons lucros. Artigos como roupa, móveis e eletrónica têm sempre mercado. Existem plataformas online que facilitam esta atividade.
27 de março de 2024
Por Orlando Teixeira, Intermediário de Crédito MaxFinance Portugal D. Afonso Henriques foi o primeiro grande empreendedor português! Conquistou grande parte do território de Portugal, alcançou a sua independência e tornou-se o nosso 1º Rei. Era corajoso, lutador, resistente e persistente na concretização dos seus objetivos. Para atingir estes objetivos - conquistar o máximo de território e a independência (em 1.143) -, pautava a sua conduta com base em valores sólidos, executou a sua missão com mestria, e tinha uma visão para Portugal que os seus sucessores prosseguiram. Outro grande empreendedor, na primeira metade do século XIV, foi o Infante D. Henrique que durante 45 anos, como um verdadeiro “gestor de projetos”, promoveu a Expansão Marítima da Coroa de Portugal. Nas palavras de Camões “se mais mundo houvera, lá chegara”. Apenas para citar outro empreendedor fascinante, criador de um grande grupo económico: Alfredo da Silva, foi um visionário à frente do seu tempo. A CUF (Companhia União Fabril), nasceu no final do século XIX e expandiu-se em várias áreas de negócio. Quando trabalhei na Tabaqueira em 1986 (uma das empresas do império CUF criada em 1927), colegas mais antigos ainda recordavam o saudoso Alfredo da Silva pela sua obra magnífica e, especialmente, pela forma humanista com que liderava e criava condições de bem-estar para os todos os colaboradores. A CUF evoluiu para o Grupo José de Mello dos dias de hoje, mantendo-se a marca CUF na saúde, com uma vasta rede de hospitais (1º hospital inaugurado em 1945). Já são 125 anos de história, rica em empreendedorismo. Traços comuns destes exemplos de empreendedores, são o acreditar firmemente num projeto para o qual existiu/existe uma visão, ou seja, o que se pretende alcançar no futuro a longo prazo. Criar uma nação, expandir essa nação pelos quatro cantos do mundo ou criar um grupo económico, são um legado que perdura no tempo, apesar dos ciclos que vão surgindo, alguns, extremamente adversos. Após uma longa carreira nos Grupos FIAT e SAG (Soluções Automóvel Globais), ligada a marcas como a Fiat, Lancia, Audi e a Skoda, sempre desempenhei as minhas funções com um espírito empreendedor, procurando “fazer mais, de forma diferente, e melhor”. A inovação, tão bem promovida pelo célebre Peter F. Drucker no seu livro “Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios”, sempre foi uma prática sistemática para conseguir a diferenciação (saltar fora do “herd behaviour”) e chegar mais longe na realização de projetos/objetivos. Hoje, a Maxfinance é um novo desafio, pois a intermediação de crédito ainda é uma atividade económica pouco conhecida (regulada recentemente), mas de elevado valor acrescentado para a sociedade. É um grande empreendimento que visa promover a melhoria da literacia financeira das pessoas e famílias, na gestão das suas finanças, na relação com o sistema bancário, com as suas necessidades de financiamento e a gestão desses créditos. É uma área complexa que necessita de especialistas disponíveis para apoiar as pessoas de forma imparcial e transparente, proporcionando a melhoria do seu bem-estar e das suas finanças pessoais. Assim, sendo a intermediação de crédito um empreendimento dos tempos modernos, um passo inovador no sistema financeiro, precisa de empreendedores para levar a cabo esta missão tão importante. Imagem, reputação, credibilidade, confiança, são pilares que estão a ser construídos de raiz, num empreendimento que se pretende sólido, com o apoio de organizações experientes como a Maxfinance Portugal, que está a criar uma rede de intermediários de crédito para responder a este novo desafio. Mas o sucesso desta área emergente, terá de seguir necessariamente o exemplo de grandes empreendedores, protagonizado pelos empresários/intermediários de crédito para alcançar os objetivos preconizados. O empreendedorismo, quando se questionam empreendedores, em síntese, traduz-se em visão, desafio, resiliência, criatividade, crescimento, inovação, estratégia, liberdade, felicidade. Quanto ao seu impacto na sociedade, “um projeto de empreendedorismo só faz sentido se trouxer algo de inovador e relevante aos mercados, sendo reconhecido pelos seus clientes/consumidores como tal. Isso significa também aportar um valor diferenciado de produtividade e aumentar o nível e qualidade de vida e bem-estar daqueles que são impactados.” Gera emprego, mais oportunidades de negócio e desenvolvimento económico. Pretende-se também “aumentar a satisfação dos colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros, criando um círculo virtuoso win-win.” No que respeita ao sentimento do empreendedor na realização dos projetos, este traz “felicidade de ver germinar mesmo que seja uma pequena percentagem das sementes lançadas à terra!”. Outros empreendedores, referem sentimentos de satisfação com a conquista, com o orgulho, com o ser reconhecido, ser uma referência no mercado, atingir a autorrealização e realização profissional dos colaboradores. Em suma, as sociedades têm evoluído com o génio e o esforço dos empreendedores, quer sejam políticos ou empresários, quer sejam colaboradores em empresas de maior ou menor dimensão, imprimindo uma dinâmica de querer “fazer mais e melhor”, com valor acrescentado em termos económicos e de satisfação pessoal e organizacional. Ao longo da vida vamos viajando na curva da experiência, “bebendo” conhecimento na relação eclética e interdisciplinar com pessoas dos mais diversos quadrantes, com uma multiplicidade de personalidades, muitas vezes, complexas. Os 4 Ases do título deste artigo, são uma simbologia que retratam bem o caminho para o sucesso ou para o falhanço, se as suas variáveis forem descuradas. Há que potenciar os aspetos positivos e minimizar os negativos inerentes de cada um dos Ases. Vamos lá então usar os 4 Ases como Fórmula de Sucesso do Empreendedor! Ás de Espadas: A ção e S ucesso. Utilizar este Ás, significa ter ideias, ser criativo, definir um projeto devidamente estruturado e saber implementar as ações com know how, competência e liderança, conducentes à realização bem-sucedida dos objetivos. Á s de Paus: A mizade e S olidariedade. Devemos cultivar excelentes relações com as partes envolvidas, desenvolvendo laços de amizade a montante e a jusante. Devemos ser solidários, generosos e humildes, para promover a interajuda dentro da organização e passar esse espírito para fora, a clientes, a parceiros e ao mercado. Á s de Copas: A mor pelo S erviço ao cliente. Ter amor/paixão pelo que fazemos, pela área em que trabalhamos e transmitir essa emoção no serviço que prestamos ao cliente. É sermos autênticos e genuínos. Os resultados poderão ser excelentes, com o reconhecimento do cliente, a sua satisfação e, consequentemente, a sua recomendação. Á s de Ouros: A titude e S uperação. Ter uma atitude positiva, ser otimista, estar fortemente motivado e contagiar as pessoas que nos rodeiam, é a chama que nos leva aos nossos limites. Quando julgamos que já atingimos esses limites, em certas situações, conseguimos superá-los, chegando cada vez mais longe. O desporto está cheio de exemplos: recordo apenas o alpinista João Garcia que escalou as 14 montanhas mais altas do mundo. Extraordinário!
Por Ana Maio 22 de novembro de 2023
Por Orlando Teixeira, Intermediário de Crédito MaxFinance Portugal Hoje em dia, a intermediação de crédito ainda é uma atividade económica pouco conhecida, mas de elevado valor acrescentado para a sociedade, que visa promover a melhoria da literacia financeira das pessoas e famílias, na gestão das suas finanças, na relação com o sistema bancário, com as suas necessidades de financiamento e a gestão dos seus créditos. É uma área complexa que necessita de especialistas credíveis para apoiar as pessoas de forma imparcial e transparente, proporcionando a melhoria do seu bem-estar e das suas finanças pessoais. Assim sendo, a intermediação de crédito é um negócio fundamental dos tempos modernos, um passo inovador no sistema financeiro, que precisa cada vez mais de empreendedores para levar a cabo esta missão tão importante para a estabilidade da sociedade. É um desafio gerir a imagem, reputação, credibilidade e confiança das instituições financeiras que são os pilares do sistema financeiro, com o apoio de organizações experientes como a MAXFINANCE Portugal, que está a criar uma rede de intermediários de crédito para responder a este novo desafio. Mas o sucesso desta área emergente, protagonizado pelos intermediários de crédito, terá de seguir necessariamente o exemplo de grandes empreendedores, para alcançar os objetivos preconizados. O empreendedorismo, traduz-se em visão, desafio, resiliência, criatividade, crescimento, inovação, estratégia, liberdade e felicidade. No que respeita ao sentimento de realização do empreendedor, reflete-se na concretização de negócio e nos resultados positivos. Outros empreendedores desta área, referem sentimentos de satisfação com a conquista, com o orgulho, com o ser reconhecido, ser uma referência no mercado, atingir a autorrealização e a realização profissional dos seus colaboradores. Quanto ao seu impacto na sociedade, um projeto de empreendedorismo só faz sentido se trouxer algo de inovador e relevante aos mercados, sendo reconhecido pelos consumidores como tal. Isso significa também aportar um valor diferenciado de produtividade e aumentar o nível e qualidade de vida e bem-estar daqueles que são impactados. Gerar emprego, mais oportunidades de negócio e desenvolvimento económico é o objetivo final. Pretende-se também aumentar a satisfação dos colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros, criando um círculo virtuoso win-win. As sociedades só têm evoluído graças à visão e ao esforço deste tipo de empreendedores, quer sejam empresários ou colaboradores, em empresas de maior ou menor dimensão, imprimindo uma dinâmica de querer fazer mais e melhor, com valor acrescentado em termos económicos e de satisfação pessoal e organizacional. E o percurso do setor da intermediação de crédito em Portugal retrata esta capacidade dos seus profissionais, com cada vez mais competências, em prestar um aconselhamento financeiro cada vez mais personalizado e reconhecido pelo seu rigor. Com a crescente procura de novas soluções de crédito à habitação, o recurso a um intermediário de crédito tornou-se num serviço de consultoria quase obrigatório e uma garantia de imparcialidade na escolha da melhor solução de crédito e instituição financeira. Compete a cada um destes profissionais ajudar os seus clientes a encontrarem as melhores opções de financiamento, de acordo com as suas expetativas, ajustando-as à realidade económica atual. O desafio da intermediação de crédito é conseguir fazer a diferença com os seus clientes, que procuram renegociar ou consolidar os seus créditos, facilitando e simplificando o processo de financiamento. Por Executive Digest 9 Nov 2023
Por Ana Maio 31 de maio de 2023
Intermediação de Crédito cada vez mais importante no apoio às finanças das famílias. Apoio no acesso ao crédito com a procura das melhores soluções, representando 10 Bancos, sem custos para os clientes. Dando seguimento à estratégia de expansão, a Maxfinance Realize Plus, inaugura no dia 30 de maio de 2023 uma nova Agência no Palmeiras Shopping em Oeiras, proporcionando uma maior proximidade aos clientes que necessitam de apoio às suas finanças pessoais. A intermediação de crédito é uma atividade ainda recente, regulada pela lei sob a supervisão do Banco de Portugal, que visa apoiar os consumidores na escolha da solução de financiamento mais adequada ao nível do Crédito Habitação, Transferência de Crédito, Crédito Pessoal, Consolidação de Crédito, Crédito Automóvel e outros produtos de crédito ou leasing comercializados pela Banca. Trata-se de uma atividade que traz enormes benefícios para o cliente, uma vez que este não terá de se deslocar e relacionar com vários bancos para selecionar a melhor opção, muitas vezes sem a literacia financeira necessária para tomar a decisão acertada, poupando muito tempo e dinheiro ao entregar esta tarefa a especialistas. A Maxfinance Realize Plus representa diretamente dez Bancos e quatro Financeiras, estas, através do master-franchise Maxfinance Portugal, e os seus serviços não implicam qualquer custo para os clientes. Num contexto de subida rápida das taxas de juro e de inflação elevada, as soluções apresentadas pela intermediação de crédito, poderão constituir uma melhoria significativa do rendimento disponível das famílias que se debatem com maiores ou menores dificuldades, na gestão dos seus orçamentos para fazer face ao aumento do custo de vida e das prestações dos seus créditos. A abertura deste novo espaço no Palmeiras Shopping, permite receber os clientes confortavelmente, com toda a privacidade, de forma personalizada, com o apoio de profissionais que esclarecem dúvidas, com objetividade e imparcialidade, tentando-se simplificar a complexidade do mundo financeiro associada às múltiplas modalidades de crédito e às suas inerentes condições contratuais. A Maxfinance Realize Plus, é um projeto com uma visão de longo prazo, sustentado na experiência de mais de 30 anos de Orlando Teixeira, o seu fundador, que salienta que “a atividade de intermediação de crédito está em forte crescimento, estando as pessoas ainda a descobrir as suas vantagens, mas só poderá constituir uma mais valia, se prestarmos um serviço de qualidade com competência e oferecermos instalações acolhedoras que inspirem confiança. A confiança, é o nosso principal valor que reforça no dia-a-dia a imagem da Marca Maxfinance” . A Realize Plus como franchise/parceiro da Maxfinance Portugal, tem o privilégio de pertencer à maior rede de intermediação de crédito do nosso país, integrando um grupo dinâmico, inovador e sólido: O Grupo Everybody Wins. A Maxfinance Realize Plus também está instalada no Taguspark, Cidade do Conhecimento (Porto Salvo, Oeiras), um parque empresarial dedicado à ciência e à tecnologia, disponibilizando excelentes instalações para receber os seus clientes num ambiente privado e personalizado.
Por geral 29 de agosto de 2022
Conhece o mapa de responsabilidades de crédito, como interpretá-lo e para que serve? O Mapa de Responsabilidades de Crédito é um documento emitido pela Central de Responsabilidade de Crédito do Banco de Portugal, no qual está listada toda a informação relativa aos seus créditos e também dos quais é fiador. Inclui a informação sobre tipos de produtos financeiros por si contratados, montantes em dividida, prazos, garantias, respetivas prestações mensais, se está ou não em incumprimento, entre outras informações relevantes. Quando avançar para um pedido de crédito a uma instituição financeira, é obrigatório apresentar-lhe este documento. As instituições financeiras são obrigadas a analisar o histórico de cumprimento da pessoa para avaliar o risco de conceder o empréstimo. 1. Quais os dados que constam da CRC? A Central de Responsabilidade de Crédito contém informação sobre as responsabilidades de crédito efetivas assumidas pelas pessoas (singulares ou coletivas) junto das instituições financeiras, bem como as responsabilidades de crédito potenciais que representem compromissos irrevogáveis. O Banco de Portugal dá os seguintes exemplos: Empréstimos para aquisição de habitação; Empréstimos para aquisição de automóveis, de mobiliário e de outros bens de consumo ou serviços; Empréstimos para aquisição de títulos (ações, obrigações, etc.); Desconto de letras e outros efeitos comerciais; Descobertos em contas bancárias; Operações de locação financeira (leasing) e de factoring; Montantes utilizados de cartões de crédito. As responsabilidades potenciais podem ser: Montantes não utilizados de cartões de crédito; Linhas de crédito contratadas; Garantias prestadas pelas entidades participantes; Fianças e avales; Quaisquer outras facilidades de crédito suscetíveis de serem convertidas em dívidas efetivas. A CRC tem ainda informação sobre declarações de insolvência de pessoas singulares e coletivas, emitidas pelos Tribunais. 2. Quem pode aceder à informação da CRC? Qualquer pessoa (singular ou coletiva) tem direito a ser informada sobre o conteúdo dos seus registos incluídos nesta base de dados. A informação poderá ser prestada ao titular dos dados ou por quem tenha poderes para o representar, desde que cumprindo as normas de sigilo bancário vigentes em Portugal. 3. Onde posso consultar o meu Mapa de Responsabilidades de Crédito? O Mapa de Responsabilidades de Crédito pode ser descarregado gratuita e rapidamente no sítio da Internet do Banco de Portugal (BdP). Pode também solicitá-lo nos postos de atendimento ao público do BdP ou por correio pelo titular dos dados ou por quem tenha poderes para o representar. 4. Como obter o Mapa de Responsabilidade de Crédito através da Internet? O titular dos dados pode autenticar-se utilizando as credenciais de acesso ao Portal das Finanças ou com o Cartão de Cidadão (pessoas singulares). A utilização dessas credenciais tem como finalidade única a autenticação do titular dos dados perante o BdP. Particulares (pessoas particulares) No sítio na Internet do Banco de Portugal, aceda a “Particulares/Central de Responsabilidades de Crédito” , autentique-se com as credenciais de acesso ao Portal das Finanças ou com o Cartão de Cidadão e respetiva senha. A autenticação com o Cartão de Cidadão obriga a ter ao dispor um leitor de cartões eletrónicos e a respetiva aplicação informática instalada. Empresas (pessoas coletivas) No mesmo sítio na Internet, aceda a “Empresas/Central de Responsabilidades de Crédito” . Apenas poderá autenticar-se com as credenciais de acesso ao Portal das Finanças (número de pessoa coletiva e senha de acesso do utilizador master da empresa). Ao recorrer a financiamento através da REALIZE PLUS, temos ao seu dispor especialistas para o ajudar a aceder e a interpretar este documento.
Por geral 29 de agosto de 2022
Vai avançar com o pedido de financiamento para comprar casa? As regras de aprovação estão mais apertadas e a documentação tem custos. As regras para a aprovação do crédito à habitação estão mais apertadas. O objetivo é que tendencialmente esta tipologia de financiamento convirja gradualmente para 30 anos, de acordo com a mais recente recomendação do Banco de Portugal, em vigor desde 1 de abril e que se aplica a novos créditos. Já falámos sobre os novos prazos de concessão de crédito à habitação, mas nunca é demais relembrar . Novas regras de concessão de crédito Aquando da concessão de contratos de crédito à habitação; contratos de crédito com garantia hipotecária ou equivalente; e contratos de crédito ao consumo, a duração dos novos contratos não deve exceder: os 40 anos para mutuários com até 30 anos de idade; os 37 anos para mutuários entre os 31 e os 35 anos; os 35 anos para mutuários a partir dos 36 anos. Caso sejam dois mutuários, considera-se a idade do mais velho. Com estes novos prazos mais curtos as prestações vão ficar mais altas. Como referiu a Deco, há uns meses: «um consumidor de 35 anos vai deixar de poder contratar um crédito a 40 anos, passando este limite máximo a 37 anos. Segundo os cálculos da Associação de Defesa do Consumidor o consumidor irá pagar mais 16,84 euros de prestação mensal por cada 100 mil euros de empréstimo, considerando um financiamento com um spread de 1% e indexado à Euribor a 12 meses (-0,477%). Estas contas referem-se à redução de três anos na maturidade». Novas regras de concessão de crédito Aquando da concessão de contratos de crédito à habitação; contratos de crédito com garantia hipotecária ou equivalente; e contratos de crédito ao consumo, a duração dos novos contratos não deve exceder: os 40 anos para mutuários com até 30 anos de idade; os 37 anos para mutuários entre os 31 e os 35 anos; os 35 anos para mutuários a partir dos 36 anos. Caso sejam dois mutuários, considera-se a idade do mais velho. Com estes novos prazos mais curtos as prestações vão ficar mais altas. Como referiu a Deco, há uns meses : «um consumidor de 35 anos vai deixar de poder contratar um crédito a 40 anos, passando este limite máximo a 37 anos. Segundo os cálculos da Associação de Defesa do Consumidor o consumidor irá pagar mais 16,84 euros de prestação mensal por cada 100 mil euros de empréstimo, considerando um financiamento com um spread de 1% e indexado à Euribor a 12 meses (-0,477%). Estas contas referem-se à redução de três anos na maturidade». Quais são os documentos que vou precisar para comprar casa? Ao longo das várias fases de reflexão, aprovação e escritura, a quantidade de documentos necessários vai aumentando. Que documentos preciso antes de comprar Antes de comprar deverá fazer simulações. Pode delegar desde logo esta tarefa na REALIZE PLUS, mas também o pode fazer em casa nos sítios online dos bancos. Neste caso, lembre-se que as simulações online são indicativas, mas ficará com uma ideia geral sobre o valor da prestação a pagar. A primeira simulação pouco mais indica que o valor da casa que pretende comprar, o número de titulares e respetivas datas de nascimento . Com esta informação fica a saber, por alto, durante quanto tempo vai pagar, qual o valor de entrada, das taxas de juros e a da prestação mensal. Para um cálculo mais fino, quando está a passar da teoria à prática, dirija-se a uma agência bancária ou a um intermediário de crédito. Este tipo de cálculo já implicará o recurso a documentos como comprovativos de rendimentos e declaração de IRS . A decisão está tomada: o que preciso agora? Para fazer a pré-aprovação do crédito, a entidade financeira irá pedir para cada um dos titulares: Identificação do titular do crédito. (Cartão de cidadão, Passaporte ou Bilhete de Identidade); Número de contribuinte (Número de Identificação Fiscal); Declarações de IRS mais recente e a respetiva nota de liquidação do Imposto sobre os Rendimentos. Ambos os documentos podem ser descarregados no Portal das Finanças; Os três últimos recibos de vencimento ; Os três últimos extratos mensais das contas à ordem ; Declaração da entidade patronal , na qual se deverá detalhar a natureza do vínculo (contrato a prazo, contrato sem termo). Nota: no caso de trabalhadores por conta própria, os documentos necessários são semelhantes. Poderá ser-lhe solicitado o comprovativo de início de atividade e os últimos “recibos verdes” . O banco pré-aprovou o crédito. E agora, quais são os documentos necessários? Nesta altura, ser-lhe-á entregue a Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE) , na qual constam os detalhes do financiamento incluindo os montantes, duração, taxas de juro. Preste especial atenção às contrapartidas que a instituição de crédito lhe pede e se implicará pagar mais alguma coisa. O banco poderá sugerir abertura de conta à ordem, domiciliação do ordenado, contratação de seguros, para lhe atribuir um melhor spread (o lucro do banco). É fundamental fazer as contas para perceber se fica a beneficiar com o contrato. Na FINE encontra a informação sobre: Identificação da entidade bancária; Características do contrato de crédito; Comissões e custos associados ao contrato; Prazo da proposta Plano financeiro do empréstimo Outras informações específicas que não se enquadrem nos pontos anteriores. Posto isto, a entidade financeira irá fazer uma avaliação do seu futuro imóvel , que depende da localização, estado da propriedade, número de divisões, área, entre outros. Se a avaliação se adequar à proposta do banco será emitida a carta de aprovação , na qual constam os termos finais do crédito. O cliente (e o fiador) terá agora pelo menos sete dias para refletirem se querem ou não avançar com o crédito. O banco terá de manter as condições apresentadas na carta de aprovação durante 30 dias. Vou fazer a escritura? O que preciso levar comigo? Depois deste tempo a refletir, chegou o grande momento: a escritura, o contrato de compra e venda do imóvel, na qual se formaliza a transação. Terá de pagar os impostos devidos ao Estado (Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Impostos (IMT) e o Imposto do Selo). -- Tome nota: o IMT pode representar um valor elevado. Certifique-se que tem esse montante disponível. -- Deste modo, será necessário ter em sua posse: Propostas de Seguro de Vida e Multirrisco (Tem de os ter caso peça crédito à habitação); Certidão da Conservatória do Registo Predial; Código de acesso à Certidão da Conservatória do Registo Predial Online ou Certidão; Cópia da licença de habitação do imóvel, que pode pedir junto da Câmara Municipal; Cópia da Declaração para liquidação do IMT no caso de compra e venda, que pode pedir na Repartição de Finanças; • Identificação completa dos vendedores; Certificado Energético, que pode pedir ao vendedor. Como poupar na compra de casa? Resumindo, se vai contratar um crédito à habitação, consulte os nossos profissionais REALIZE PLUS – sem custos. Além de lhe encontrar a melhor prestação, irá igualmente tratar desta parte burocrática que consome muito tempo a quem quer comprar casa. Além de o serviço não ter custos para o comprador, poderá ainda permitir-lhe poupar milhares de euros ao longo de todo o empréstimo, em particular neste primeiro momento crucial. A REALIZE PLUS irá apresentar-lhe várias simulações e estará disponível para responder a todas as suas dúvidas. Mas recordamos algumas das principais: Compare a Taxa Anual de Encargos Efetiva Global (TAEG) , pois é o indicador que inclui todos os custos do crédito, incluindo juros, comissões e seguros, quando obrigatórios. Preste atenção às vendas cruzadas (seguros, cartões de crédito, negativo autorizado, aplicações financeiras) e verifique se compensam ou se é apenas mais um encargo mensal.
Por geral 29 de agosto de 2022
Reorganize as finanças pessoais na rentrée e crie objetivos de longo prazo. As férias de verão estão a acabar. Em breve os mais jovens voltam à escola e os adultos às rotinas. Provavelmente, nos meses do estio os gastos foram mais elevados que o habitual. Para ajudar a reequilibrar as suas finanças e orçamento mensal, recolhemos algumas dicas para si. Para ter as finanças pessoais equilibradas, é fundamental saber como estão no dia de hoje e definir objetivos para se manter em terreno positivo e para multiplicar o seu dinheiro. Para cumprir o seu orçamento ao longo do ano importa, se ainda não o fez, fazê-lo. Leia algumas dicas que o ajudam a construir um orçamento familiar . Especialistas em finanças pessoais defendem que o sucesso financeiro de cada um requer planeamento incluindo um pouco de otimismo e de investimento estratégico. No final da leitura deste artigo ficará a par de algumas sugestões para se reorganizar no reinício das rotinas, mas também para planear um futuro financeiramente saudável. 1. Monitorize as suas receitas e despesas É difícil, se não impossível, ter noção de que se está a tomar as decisões certas em relação ao dinheiro se não acompanhar as receitas e despesas. No momento em que se começa a fazê-lo, com um orçamento, muitos ficam surpreendidos com o montante gasto em determinadas coisas, como por exemplo, no supermercado. Muitos têm mais do que uma conta bancária algo que se tornou ainda mais comum com os novos métodos de pagamento introduzidos pelas Fintech. A solução é fazer um orçamento e acompanhá-lo regularmente. Consoante o caso pode ser diária, semanal, mensalmente ou com qualquer outra frequência. Basta uma folha de cálculo como o Excel (ou até mesmo uma folha de papel) para somar as suas receitas e despesas. Sugerimos que procure modelos na Internet, o Excel tem alguns. 2. Distribuir os ovos por vários cestos Depois do orçamento feito e dos objetivos definidos, é fundamental não colocar todos os ovos no mesmo cesto. Só para dar alguns exemplos, os seus objetivos podem ser: Viajar e conhecer o mundo; Reformar-se mais cedo; Criar o próprio negócio; Comprar uma casa ou um carro; Estudar ao longo da vida; Ter uma família grande; É o mesmo que dizer que, seja qual for a sua estratégia de poupança/investimento, deverá diversificar. Desde modo se um dos cestos se destruir os outros poderão compensar o prejuízo. É preciso cuidar dos cestos e verificar o que se passa regularmente. Sempre que possível reforce as poupanças de modo automático, por exemplo com transferências programadas. O dinheiro em poupanças ou investido está a crescer? Em suma, estar de olho no seu dinheiro. Pode distribuir o seu dinheiro por: Contas à ordem e a prazo; Planos Poupança Reforma; Ações; • Obrigações; Certificados de Aforro ou do Tesouro; Criptomoedas; Imobiliário de investimento; Seguros de vida, saúde; Atenção: Não procrastine o início da poupança. Mesmo que ganhe pouco, ponha de parte (pague-se a si mesmo em primeiro lugar) uma pequena percentagem das suas receitas. 5 euros? 10 euros por mês? São 60 ou 120 euros num ano. 3. Tirar partido do tempo que tem pela frente Todos temos ao nosso dispor (mais ou menos) tempo que devemos aproveitar da melhor forma possível. Quanto mais jovem for maior a possibilidade de multiplicar o seu dinheiro em planos de longo prazo. Para cada etapa da vida, as melhores soluções vão-se alterando. Os mais jovens, e consoante o risco que pretendem aceitar, podem optar por opções com retribuições incrementais. No caso da poupança, escolher soluções com juros compostos – como contas a prazo ou certificados de aforro. Caso a opção seja o investimento mais arriscado pode tirar partido de ações com um histórico de crescimento elevado a longo prazo, ganhando mais do que numa simples poupança, mas estar disposto a perder algo pelo caminho. Os mais velhos terão de optar por soluções eventualmente de mais curto prazo ou do imobiliário de investimento, recebendo por exemplo rendas ou vendendo com lucro. Naturalmente estas são apenas algumas sugestões que quanto mais cedo puser em prática, maiores frutos poderão dar. Dedique meia-hora por semana a explorar os temas de literacia financeira. Por mais que se saiba, há sempre algo mais a aprender. Tome nota: Além dos objetivos específicos que possa ter, tenha em conta que deve criar um fundo de emergência equivalente a seis a 12 meses das suas despesas essenciais . Estabeleça pequenos objetivos (um mês de cada vez) para não desmotivar. 4. Aproveitar as competências Todos temos competências formais ou informais que nos permitem multiplicar o valor das nossas poupanças e investimento. Fundamental é trabalhar de forma inteligente e não duramente. Além dos tradicionais empregos que as gerações anteriores aspiravam, hoje há uma panóplia de opções que passam por trabalhar em regime freelance, criar startups, colaborar com empresas e empreendedores, partilhar conhecimento em conferências e seminários. Cada um tem o seu perfil, o importante é tirar o melhor partido dessas competências. Atualmente, as empresas, em particular as de maior dimensão, estão a optar por trabalhadores com mais competências sociais e redes de contactos do que por trabalhadores com maiores competências formais, mas com comportamentos menos amigáveis. Sugestão: diversifique também as fontes de receitas. Além dos juros ou dos resultados em investimentos financeiros, invista noutros negócios, arrende espaços que tem desocupados (por exemplo um lugar de garagem que não utiliza), crie um negócio próprio ou invista noutros negócios locais. 5. Ter confiança nos objetivos traçados Sejam quais forem os seus objetivos financeiros, importa que esteja confiante. Pense grande e dê pequenos passos para os atingir. Faça um orçamento, monitorize-o, crie os objetivos financeiros e viva de acordo com esse plano. Por exemplo, se quer perder peso e, em vez de fazer exercício e de comer alimentos saudáveis, opta por hambúrgueres com batatas fritas está a autossabotar-se. O mesmo se passa com o dinheiro. Se pretende poupar determinado valor durante um tempo definido, mas não faz nada para cumprir esse objetivo ou, pior, desperdiça dinheiro em bens e serviços supérfluos, em lugar de reforçar a poupança, está a afastar-se do seu objetivo. Conhece o método SMART? É o acrónimo para Specific, Measurable, Achievable, Relevant and Time-bound. Ou seja, é necessário criar limites para a sua poupança que sejam: específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido, segundo as ideias defendidas pelo consultor estratégico Peter Drucker. Um exemplo de um objetivo realista é acabar com valor em dívida do cartão de crédito. Imagine que deve 2000 euros. É um objetivo concreto. Este valor é mensurável e pode acompanhar facilmente a redução da dívida. É alcançável pois poderá pagar mais que o mínimo durante algum tempo e até poderá pagar mais se receber algum extra. É relevante, já que acabará com um crédito no prazo definido que poderá ser de 10 ou 12 meses. Terminado este objetivo, pode criar outro, outro e outro. Com um plano definido e realista para não desmotivar. Em suma: Defina os seus grandes objetivos financeiros; Crie e mantenha atualizado o orçamento familiar; Acompanhe o estado dos seus objetivos; Determine o que precisa prescindir para chegar onde quer; Esteja consciente de que vão surgir obstáculos; Crie objetivos utilizando o método SMART para os atingir gradualmente. Dito isto, leia os artigos que preparámos para si para saber mais sobre como poupar, investir e, claro, comprar a sua nova casa com as melhores condições financeiras possíveis, graças ao nosso trabalho como intermediários de crédito da MaxFinance. Na REALIZE PLUS trabalhamos para conseguir encontrar as melhores condições de crédito junto das entidades bancárias.
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